20°C 28°C
Marília, SP
Publicidade

Marília registra aumento de 64% nos acidentes com escorpiões

Mãos e pés são os locais mais atingidos; saiba como se proteger e buscar socorro rápido

Por: Redação
17/08/2025 às 23h58 Atualizada em 01/09/2025 às 13h04
Marília registra aumento de 64% nos acidentes com escorpiões
Marília registrou 169 acidentes com escorpiões, entre janeiro e agosto

Marília registrou 169 acidentes com escorpiões entre janeiro e agosto de 2025, um aumento de 64% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram contabilizados 103 casos, segundo a Divisão de Vigilância Epidemiológica.

Agosto e setembro são os meses mais críticos para a reprodução desses animais, mas acidentes podem ocorrer ao longo de todo o ano, com uma média de um caso por dia na cidade. A espécie mais comum é o escorpião amarelo, considerado o mais perigoso da América Latina.

Descarte correto de materiais e entulhos é fundamental, já que o acúmulo favorece a proliferação de escorpiões. Além disso, esses animais se alimentam de baratas, reforçando a necessidade de controlar a presença desses insetos nas residências.

Os escorpiões costumam se esconder próximos às residências, em terrenos baldios, construções antigas, pilhas de madeira, tijolos, mato e lixo, além de saídas de esgoto e ralos. Já dentro de casa, podem ser encontrados em sapatos, roupas, caixas de brinquedos ou toalhas penduradas.

Entre os locais de picada, as mãos são mais atingidas (29,33%), seguidas de pés (20,67%) e dedos das mãos (18%). As faixas etárias mais afetadas são de 60 a 69 anos (18%) e de 50 a 59 anos (17%).

Os números são da secretaria de Saúde de São Paulo, através do painel de monitoramento de acidentes por animais peçonhentos.

Ao ser picado por um escorpião, lave o local com água e sabão, mantenha a vítima calma e em repouso, e evite cortes, sucção ou aplicação de remédios caseiros. Acione imediatamente o Samu (192) ou o Corpo de Bombeiros (193) para transporte até o hospital. Adultos devem ser atendidos no Hospital das Clínicas (HC) e crianças no Hospital Materno Infantil (HMI), onde o soro antiescorpiônico está disponível.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários