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Operação Cata-Treco já recolheu cerca de 230 toneladas de materiais inservíveis

Nesta semana, a ação será realizada na área atendida pela USF Maracá, na zona Norte da cidade

Por: Redação
19/05/2025 às 18h34 Atualizada em 20/05/2025 às 12h22
Operação Cata-Treco já recolheu cerca de 230 toneladas de materiais inservíveis
Foto: Divulgação/PMM

Aproximadamente 230 toneladas de materiais inservíveis já foram recolhidas pelas equipes de trabalho da Operação Cata-Treco em diversas regiões da cidade, desde o início das atividades no último mês de janeiro. A ação é uma iniciativa da Prefeitura de Marília – por meio das secretarias municipais da Saúde e do Meio Ambiente e Serviços Públicos.

Nesta semana, a área atendida pela operação abrange a USF Maracá, localizada na zona Norte da cidade. Lançado pelo prefeito Vinicius Camarinha, o Cata-Treco já passou pelas seguintes regiões da cidade: zona Sul pelos bairros Costa e Silva, Toffoli, Vila Real, Parque dos Ipês, Jardim Planalto, Santa Augusta, São Bento, Nova Marília, Três Lagos, Santa Paula e Marajó; na região Leste pelos residenciais Maria Izabel e Cascata; e na zona Norte pelos bairros Aniz Badra, JK, Jânio Quadros, Julieta, Liliana, Santa Antonieta e Santa Antonieta II e III.

“O trabalho não para. Temos promovido vários serviços de zeladoria e limpeza das áreas públicas no município. Assim, estamos cuidando da cidade e evitando a proliferação de doenças”, destaca o prefeito Vinicius Camarinha.

O objetivo da Operação Cata-Treco é manter a cidade limpa e diminuir os casos de doenças transmissíveis, com o recolhimento de materiais inservíveis, como: móveis, eletrodomésticos, estofados, pneus, vasos e outros materiais sem utilização. A operação não recolhe restos de material de construção e de poda de árvores, bem como lixo orgânico.
“A colaboração da população tem sido fundamental para o sucesso das nossas ações. É preciso ocorrer um trabalho em conjunto na prevenção ao Aedes aegypti, com os moradores fazendo a sua parte, que é cuidar dos quintais, eliminando todo recipiente que acumule água”, finaliza a secretaria municipal da Saúde, Paloma Libanio.

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