20°C 28°C
Marília, SP
Publicidade

Marília confirma mais 3 mortes por dengue e chega a 12 neste ano

Município já registra mais de 6 mil confirmações em menos de quatro meses

Por: Redação
13/04/2025 às 02h24 Atualizada em 26/04/2025 às 08h20
Marília confirma mais 3 mortes por dengue e chega a 12 neste ano

A cidade de Marília vive uma situação crítica com o avanço da dengue. Somente em 2025, já foram confirmados 6.495 casos da doença, segundo dados do Núcleo de Informações da Saúde (NIES).

Na última quarta-feira (9), a Prefeitura confirmou mais três mortes, elevando para doze o número total de óbitos causados pela dengue neste ano. Outros doze óbitos seguem em investigação.

A taxa de incidência da doença alcançou 2.722,1 casos para cada 100 mil habitantes, colocando o município em estado de alerta. A presença simultânea dos sorotipos 1, 2 e 3 do vírus preocupa especialistas, pois aumenta o risco de reinfecções e de evolução para quadros mais graves.

Em 2024, Marília encerrou o ano com 10.121 casos confirmados e 19 mortes, um crescimento de aproximadamente 224,18% em relação a 2023, quando o município registrou 3.122 casos.

Diante da situação, o Ministério da Saúde anunciou, na terça-feira (8), um conjunto de medidas emergenciais para apoiar 80 municípios brasileiros - entre eles, Marília. O município deve receber reforço da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), que atuará nas regiões com maior pressão sobre os serviços assistenciais.

PRINCIPAIS SINTOMAS

Os principais sintomas da dengue incluem febre alta de início súbito, dores musculares intensas, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas, manchas vermelhas na pele e cansaço extremo. Em casos mais graves, podem surgir sinais de alerta, como sangramentos no nariz e gengivas, vômitos persistentes, dor abdominal intensa e tontura. Diante de qualquer um desses sintomas, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente.

PREVENÇÃO E CUIDADOS

Para conter a proliferação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, é essencial que a população adote medidas preventivas. Entre as ações mais eficazes estão eliminar recipientes que acumulem água parada, tampar caixas d’água, limpar calhas regularmente e descartar corretamente pneus e outros objetos que possam servir de criadouro. O uso de repelentes, telas em janelas e roupas que protejam braços e pernas também ajuda a reduzir o risco de picadas.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários