
Marília ultrapassou os 3.000 casos de dengue até a última atualização da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (SES), com 3.081 registros confirmados. A cidade também enfrenta a investigação de 5.696 possíveis casos, enquanto 2.606 já foram descartados. A SES ainda confirmou cinco óbitos devido à doença.
Com uma incidência de 1.291,3 casos a cada 100 mil habitantes, Marília observa a circulação de dois sorotipos do vírus: 1 e 2.
Em resposta ao aumento de casos, a Prefeitura de Marília implantou três polos de atendimento desde 10 de fevereiro. Até quinta-feira (6), mais de
10.000 pessoas foram atendidas nesses pontos, que funcionam receber pacientes com sintomas da doença.
Em 2024, Marília encerrou o ano com 10.121 casos confirmados e 19 mortes, um crescimento de aproximadamente 224,18% em relação a 2023, quando o município registrou 3.122 casos.
SINTOMAS
Com o aumento dos casos de dengue em Marília, é fundamental que a população esteja atenta aos sintomas da doença e saiba como agir em caso de suspeita. A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, pode evoluir para quadros graves se não tratada adequadamente. Sintomas iniciais da dengue: Febre alta de início súbito (39°C ou mais); dores no corpo, articulações e cabeça; dor atrás dos olhos; Manchas vermelhas na pele; náuseas, vômitos e cansaço excessivo.
PREVENÇÃO
É fundamental que a população adote medidas preventivas para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Entre os cuidados essenciais estão eliminar possíveis focos de água parada, como em pneus, caixas d’água e vasos de plantas, além de usar repelentes e roupas que protejam a pele.