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Marília encerra 2025 com US$ 46,87 milhões em exportações

Movimentação do comércio exterior ultrapassou US$ 100 milhões em Marília em 2025

Por: Redação
09/01/2026 às 16h33 Atualizada em 24/01/2026 às 08h23
Marília encerra 2025 com US$ 46,87 milhões em exportações
Marília exportou US$ 46,8 milhões e importou US$ 53,8 milhões em 2025, segundo dados do Comex Stat

Marília movimentou US$ 100,6 milhões no comércio exterior em 2025. Segundo dados da plataforma Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o município exportou US$ 46,8 milhões e importou US$ 53,8 milhões ao longo do ano, fechando o período com saldo negativo de aproximadamente US$ 7 milhões.

Na comparação com 2024, quando as exportações somaram US$ 48,3 milhões e as importações US$ 47,8 milhões, os dados apontam queda de 3,2% nas vendas externas e crescimento de 12,7% nas compras internacionais. O resultado mostra aumento da dependência de produtos estrangeiros e retração no desempenho exportador local.

Com esse desempenho, Marília ocupou a 169ª posição no ranking de exportações do estado de São Paulo e a 687ª colocação no cenário nacional. Já em volume de importações, o município ficou na 103ª posição entre as cidades paulistas e na 348ª colocação no Brasil.

Os Estados Unidos lideraram como principal destino dos produtos marilienses em 2025, absorvendo 13,4% do total exportado, o equivalente a US$ 6,2 milhões. Na sequência aparecem Uruguai, com 8,8% (US$ 4,1 milhões), Venezuela, com 7,3% (US$ 3,4 milhões), além de Canadá, com 6,9% (US$ 3,2 milhões), e Argentina, com 6,1% (US$ 2,9 milhões).

A pauta exportadora do município segue concentrada no setor alimentício. Os produtos de confeitaria sem cacau, incluindo chocolate branco, lideraram as vendas externas, somando US$ 9,6 milhões, o equivalente a 20,5% do total. Em seguida aparecem os produtos de padaria e pastelaria, com US$ 8,4 milhões (17,9%), e chocolates e outras preparações alimentícias, com US$ 6,2 milhões (13,2%). Também se destacam os artigos ortopédicos, com 9,9%, e os amendoins não torrados, com 9,1%.

Já às importações, o maior volume foi registrado na entrada de peixes frescos ou refrigerados, que totalizaram US$ 11,4 milhões em 2025. Também tiveram participação relevante as frutas de casca rija frescas ou secas, com US$ 6,2 milhões, além de leite e nata, concentrados ou adicionados de açúcar, que somaram US$ 3,9 milhões.

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