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Marília registra 25 casos de meningite e 1 morte em 2025

Nos últimos sete anos, a cidade contabilizou 197 casos da doença; veja como se prevenir

Por: Redação
03/01/2026 às 21h27 Atualizada em 08/01/2026 às 22h07
Marília registra 25 casos de meningite e 1 morte em 2025
Cidade fechou o ano com 25 casos e um óbito; número representa redução de quase 30% em relação a 2024

A cidade de Marília encerrou o ano de 2025 com 25 casos confirmados de meningite, registrados entre 1º de janeiro e 27 de dezembro, incluindo um óbito causado pela doença. Os dados foram divulgados pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde.

O total representa uma queda de 28,6% em comparação com o mesmo período de 2024, quando o município contabilizou 35 casos e duas mortes.

HISTÓRICO DOS ÚLTIMOS ANOS

Nos últimos sete anos, Marília acumulou 197 casos de meningite. O maior número de registros foi observado em 2022 e 2024, com 35 casos em cada ano.

CONFIRA OS NÚMEROS POR ANO:

2019: 25 casos

2020: 26 casos

2021: 18 casos

2022: 35 casos

2023: 33 casos

2024: 35 casos

2025: 25 casos

A meningite é uma inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas. As formas mais frequentes são a viral e a bacteriana, sendo esta última a mais grave, com maior risco de sequelas e morte.

Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez na nuca, sonolência, sensibilidade à luz e confusão mental. A transmissão ocorre principalmente por gotículas de saliva e secreções respiratórias, além do contato fecal-oral, no caso de alguns vírus.

A vacinação é a principal estratégia de prevenção contra a doença. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece vacinas contra os sorogrupos A, C, W e Y da meningite bacteriana, além do imunizante contra o Haemophilus influenzae tipo B, indicado para crianças.

Medidas simples de higiene, como lavar as mãos com frequência, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e evitar aglomerações em ambientes fechados, também ajudam a reduzir o risco de transmissão.

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