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Fiéis da Diocese de Marília se reúnem para missa em Sufrágio do Papa Francisco
Centenas de fiéis se reuniram na noite de ontem, dia 21, na Catedral Basílica Menor de São Bento Abade, em Marília
23/04/2025 12h17 Atualizada há 9 meses
Por: Redação
Fotos: Érica Montilha | Diocese de Marília
Centenas de fiéis se reuniram na noite de ontem, dia 21, na Catedral Basílica Menor de São Bento Abade, em Marília, para a missa em sufrágio do Papa Francisco. A cerimônia foi presidida pelo bispo diocesano Dom Luiz Antônio Cipolini, o primeiro bispo nomeado pelo Papa Francisco,  e concelebrada por diversos padres das paróquias da cidade de Marília.
 
Com transmissão pelas mídias sociais, a celebração foi acompanhada por um grande número de pessoas de toda a Diocese e de várias partes do Brasil.
 
Em sua homilia, Dom Luiz Antônio relembrou com carinho os encontros que teve com o Papa Francisco e destacou a importância das orações neste momento de sua partida para a Casa do Pai:
 
“Nós perdemos um pai, o pai na nossa fé. O Papa Francisco, durante as visitas dos bispos, sempre nos pedia que rezássemos por ele, e agora é o momento em que mais devemos rezar pelo Papa.
Queridos irmãos e irmãs, diante da morte do Papa Francisco, quero motivar todo o povo de Deus a unir-se em fervorosa prece pelo descanso eterno do sucessor de Pedro: pastor fiel, profeta corajoso, referência mundial em favor da paz, incansável servidor de Jesus Cristo.”
 
O bispo diocesano também citou um trecho do testamento deixado pelo Papa Francisco e ressaltou sua luta pela paz no mundo, além de seu legado de amor, inclusão e ternura:
 
“Ontem o Papa Francisco celebrou a Páscoa entre nós; hoje, fez a sua Páscoa. Deixou-nos a proximidade, a compaixão e a ternura como herança de seu pontificado.
Na sua última mensagem na Praça de São Pedro, ele disse, por meio do leitor: ‘Não é possível haver paz sem um verdadeiro desarmamento.’
Em seu testamento, divulgado pelo Vaticano, está escrito: ‘O sofrimento que esteve presente na parte final da minha vida ofereci ao Senhor pela paz no mundo e pela fraternidade entre os povos.’
O Papa Francisco foi, talvez, a única autoridade mundial a pedir insistentemente pela paz.”
 
“O Papa Francisco nos ensinou a amar com gestos, não apenas com palavras. Ele nos lembrou que a fé não exclui, mas acolhe.
O Papa Francisco partiu para Deus, mas o amor que deixou permanece em nossos corações — e queira Deus que também permaneça no futuro da nossa Igreja Católica.”