Marília ocupa a 33ª posição em potencial para o mercado imobiliário quando o assunto é padrão econômico em construções. É o que aponta o mais recente estudo do Índice de Demanda Imobiliária, o IDI Brasil, que analisou o 4º trimestre de 2024 - que corresponde ao período de outubro a dezembro de 2024. É importante notar que, embora o trimestre termine em dezembro, os resultados financeiros e econômicos desse período geralmente são divulgados nos primeiros meses do ano seguinte, como foi o caso do IDI Brasil, que veio a público no primeiro mês do ano.
O IDI trata-se de um indicador que aponta os perfis de empreendimentos procurados pelas populações locais, permitindo uma análise mais precisa sobre o mercado imobiliário e uma tomada de decisão estratégica na gestão
de imóveis e no lançamento de novos projetos. O objetivo é contribuir para o impulsionamento do mercado imobiliário através de dados atuais, fomentando a cultura data driven em um segmento considerado pilar de desenvolvimento do Brasil. Atualmente, este importante mercado tem apresentado um crescimento acelerado, mas ainda há oportunidades para avançar na estruturação de dados que possam apoiar sua expansão de forma sustentável.
O IDI Brasil foi desenvolvido para medir a atratividade das cidades em relação a projetos imobiliários, criando um ranking que auxilia na tomada de decisões estratégicas sobre onde lançar empreendimentos e avaliar quais perfis são procurados. É realizado pelo Ecossistema Sienge, por meio da operação do CV CRM, sua solução especialista em marketing e vendas no mercado imobiliário, com metodologia autoral do Grupo Prospecta. E tem parceria institucional da CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção.
33ª posição
Marília aparece na 33ª posição no ranking de construções de padrão econômico - que abarca pessoas com renda familiar entre R$ 2 mil a R$ 12 mil, envolvendo imóveis de valores entre R$ 115 mil a R$ 575 mil. Na faixa que envolve os imóveis de médio padrão (de R$ 575 mil a R$ 811 mil) a cidade cai várias posições, ficando na 46ª posição (a faixa salarial deste público é de uma renda familiar entre R$ 12 mil a R$ 24 mil).
O ranking de padrão econômico é liderado por Curitiba (PR), enquanto o de médio padrão por Goiânia (GO). Já quando o assunto é alto padrão, Marília despenca para as últimas posições, sendo a 53ª de 61 avaliadas. Porém, fica à frente de Londrina, a 54ª cidade. O ranking do alto padrão é liderado por São Paulo e reúne imóveis a partir de R$ 811 mil e pessoas com renda familiar superior a R$ 24 mil.