O trânsito de Marília registrou 12 mortes entre janeiro e agosto de 2026, sendo que oito das vítimas estavam em motocicletas. Os dados do Infosiga-SP mostram que os motociclistas responderam por 66,7% dos óbitos registrados no período.
O levantamento considera acidentes ocorridos em diferentes pontos do município, incluindo ruas, avenidas, estradas e rodovias.
Entre as demais vítimas fatais, três eram pedestres e uma estava em um automóvel. O perfil mostra ainda predominância masculina: 67% das pessoas que morreram eram homens.
Apesar da concentração entre motociclistas, o número geral de mortes caiu na comparação com o ano anterior. Nos oito primeiros meses de 2025, Marília havia registrado 28 óbitos no trânsito. No mesmo período de 2026, foram 12, uma redução de 57,1%.
A distribuição das mortes ao longo do ano também foi irregular. Março teve o maior número, com três óbitos. Fevereiro, julho e agosto registraram duas mortes cada, enquanto maio e junho tiveram uma vítima fatal cada.
A localização das ocorrências mostra divisão entre os diferentes tipos de vias. Rodovias e vias municipais registraram seis mortes cada, concentrando, juntas, todos os óbitos contabilizados no período.
Na análise por dia da semana, sexta-feira e sábado tiveram três mortes cada, os maiores registros entre os dias analisados.
O horário das ocorrências também apresenta concentração. O período noturno, entre 18h e 0h, registrou seis mortes, seguido pela tarde, das 12h às 18h, com cinco. Durante a manhã, foi contabilizado um óbito.
Além das vítimas fatais, o levantamento do Infosiga-SP contabilizou 475 colisões nos oito primeiros meses do ano. Também foram registrados 89 incidentes diversos, 49 choques, 29 atropelamentos e 28 ocorrências sem classificação.