A epidemia de dengue registrada em Marília no ano passado ficou distante do cenário observado em 2026. Até 12 de setembro, o município confirmou 96 casos da doença, uma diferença expressiva em relação aos 14.458 casos registrados no mesmo período de 2025.
Os números representam uma redução de 93,4% nas confirmações. A diferença é de mais de 14,3 mil casos entre os dois períodos.
O dados divulgados pela Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde e da Vigilância Epidemiológica.
Mesmo com a queda, a transmissão da doença continua sendo acompanhada pelas equipes de saúde. As ações incluem visitas às residências, orientações aos moradores e eliminação de recipientes que possam servir de criadouro para o Aedes aegypti.
Chikungunya
O mesmo cenário de redução aparece nos registros de chikungunya. Em 2026, Marília contabilizou três casos, sendo um contraído dentro do próprio município e dois importados.
No ano passado, foram registrados 24 casos. A comparação representa uma redução de 87,5%.
A diferença entre os anos reforça a redução das arboviroses no município, mas não elimina o risco de novos registros. A presença do mosquito transmissor exige a manutenção das medidas de prevenção durante todo o ano.
Atenção aos sintomas
A dengue pode provocar febre alta, dor no corpo, dores nas articulações, dor atrás dos olhos, manchas na pele, fraqueza e mal-estar.
Em situações mais graves, podem surgir sangramentos e queda da pressão arterial. A recomendação é procurar atendimento de saúde diante de sintomas ou sinais de agravamento.
A eliminação de água parada continua sendo uma das principais medidas de prevenção. Vasos de plantas, recipientes, pneus, calhas e outros locais que possam acumular água devem ser vistoriados regularmente.