Cidades Caged
Marília tem saldo positivo de 220 empregos com carteira assinada em janeiro
Indústria lidera contratações no início do ano; comércio e agropecuária registram saldo negativo
12/03/2026 14h45
Por: Redação
Movimentação do mercado de trabalho em Marília registrou saldo positivo de 220 empregos formais em janeiro, segundo Caged - Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

O município de Marília iniciou o ano com saldo positivo na geração de empregos formais. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que a cidade criou 220 vagas com carteira assinada em janeiro.

No período, foram registradas 3.385 admissões e 3.165 desligamentos. Com isso, o estoque de empregos formais no município chegou a 71.701 postos de trabalho.

A indústria foi o setor que mais contribuiu para o resultado positivo, com saldo de 210 novas vagas. O setor de serviços também apresentou desempenho favorável, com 105 contratações líquidas, seguido pela construção civil, que registrou 64 postos de trabalho. Por outro lado, comércio e agropecuária encerraram o mês com saldo negativo. O comércio perdeu 110 vagas, enquanto a agropecuária registrou redução de 49 postos de trabalho.

Apesar do saldo positivo, o desempenho representa leve queda em comparação ao mesmo período do ano passado. Em janeiro de 2025, Marília havia registrado a criação de 230 empregos formais, resultado 4,35% superior ao observado neste início de ano.

No recorte por perfil dos trabalhadores, os homens concentraram a maior parte das contratações, com saldo de 178 vagas, enquanto as mulheres responderam por 42 postos de trabalho.

Em relação à escolaridade, a maior parte das admissões foi de trabalhadores com ensino médio completo, que somaram 161 vagas. Entre as faixas etárias, os jovens de até 17 anos apresentaram o maior saldo positivo, com 123 novas contratações.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a agropecuária é o setor que mantém os vínculos empregatícios por mais tempo, com média de 80,9 meses. Na sequência aparecem a indústria, com 27,7 meses, serviços (18,6 meses), comércio (15,2 meses) e construção civil (11,2 meses).